HIP HOP ATE A MORTE!!! - UOL Blog

Rapper Sabotage vira filme. Mundo Hip Hop a apenas um clique

 

Pesquisar a cultura Hip Hop é trabalhoso. A temática requer um envolvimento contínuo. Encontrar as pessoas certas e descobrir os assuntos pertinentes para serem abordados. Tudo isso demanda muito, muito tempo. Mas, esse trabalho é facilitado quando os pesquisadores já estão inseridos nesse mundo, sabem muito bem o que querem e se interessam muito pelo tema.

 É o caso de  Ivan Vale Ferreira, de 23 anos,  Tiago Bambini e Pedro Caldas, ambos com 24. Eles são sócios da 13 Produções e dirigiram o filme "Sabotage", sobre o rapper de mesmo nome.  Ivan revela: "nossa pesquisa foi nosso cotidiano, nosso contato com o movimento Hip Hop". Sabotage, vivo na época das filmagens, ajudou na realização do trabalho. "Acho que a maior colaboração dele foi a de estar disposto a falar e respeitar nosso trabalho", agradece o cineasta.

Em entrevista exclusiva ao Cineminha, o diretor Ivan Vale Ferreira fala sobre o apoio que o rapper deu durante as filmagens, sobre a estratégia de lançamento do filme e sobre a projeção nacional e internacional do projeto. E ainda faz uma interessante homenagem a Sabotage: "suas palavras e sua maneira de pensar foi registrada e isso fica. Ele se foi, mas sua mensagem ainda continua muito presente". Tão presente quanto essa entrevista abaixo:

 Cineminha: "Sabotage" foi exibido pela primeira vez no Festival Hutus, um dos maiores eventos de cultura negra do Brasil. Por que vocês usaram essa estratégia?

Ivan Vale Ferreira:  Este documentário fazia parte de um projeto sobre o hip hop paulista, que estávamos realizando junto a uma produtora da Suécia. Quando o Sabotage foi assassinado, resolvemos montar só a parte dele e divulgar aqui no Brasil. Mas não queríamos mostrar isso pela primeira vez em lugares que não tivessem relação com o hip hop. Em julho de 2003 ficamos sabendo que o Hutus Rap Festival  havia crescido e que teria uma parte de vídeos e filmes, e justamente nesse ano Sabotage estava sendo homenageado pelo Hutus, então editamos o documentário e mandamos para lá, foi uma forma de poder fazer parte dessa homenagem a ele. É a nossa contribuição para preservar a memória do rapper.

Cineminha:  Ao realizar um projeto como o filme "Sabotage", você preserva a memória desse rapper, morto em janeiro do ano passado. Mais do que isso: o filme traz a tona assuntos como tráfico e hip hop. Para tanto, você teve que realizar uma ampla pesquisa. Como ela foi conduzida?

Ivan Vale Ferreira:  Na verdade, a 13 Produções é uma produtora que é muito ligada ao Hip Hop. Nossa pesquisa foi nosso cotidiano, nosso contato com o movimento Hip Hop. Na época das gravações, o Tiago Bambini, o Pedro Caldas e eu fizemos algumas reuniões e decidimos os temas que iríamos abordar. Mas o lance com o Sabotage foi muito natural também. A gente parecia que estava ali conversando com ele, batendo um papo. Ele com certeza também direcionou os assuntos que ele iria abordar. Ele teve liberdade.


 Cineminha: "Sabotage" foi filmado num único dia, em dois mil e dois, na favela do Canão. Nessa época o rapper ainda estava vivo. De qual forma ele auxiliou na execução do projeto?

Ivan Vale Ferreira: Ele auxiliou muito, nos recebeu muito bem. Teve muito respeito pelo nosso trabalho, e foi muito sincero no seu depoimento. Acho que a maior colaboração dele foi a de estar disposto a falar e respeitar nosso trabalho. O dia foi muito intenso, conversamos sobre vários assuntos e acabamos criando um laço de amizade que infelizmente não pudemos dar continuidade. Mas suas palavras e sua maneira de pensar foi registrada e isso fica. Ele se foi, mas sua mensagem ainda continua muito presente.

Cineminha: Com a morte de Sabotage e com a exibição do documentário em alguns festivais, como o 4º Festival Brasil NoAr, o projeto ganha projeção nacional e internacional? Por quê?

Ivan Vale Ferreira: Com certeza o fato dele ter morrido ajuda as pessoas a se interessarem a ver o documentário. Este documentário foi filmado em 2002 com a intenção de ser divulgado em países como Suécia e Dinamarca, mas nós queríamos que ele pudesse ser exibido no Brasil também. Após passar em alguns festivais nacionais, fomos convidados para apresentá-lo no festival Brasil No Ar, em Barcelona, Espanha. O que para nós foi muita honra, representar a arte brasileira lá no exterior, levando a voz da periferia. Isso marcou muito nossa historia. Pelas informações que tivemos ele foi muito bem recebido por lá.

50 Cent

 


Foto: Divulgação

Mais do que qualquer tipo de música desde o blues, o hip hop é sobretudo feito de grandes histórias. E é nessa vocação para criar e contar grandes trajetórias que se insere o 50 Cent. Ele nasceu Curtis Jackson, há 26 anos, e foi criado em Southside Jamaica, no Queens, bairro pobre de Nova Iorque (EUA). Ele é um homem das ruas, inteiramente familiarizado com seus códigos e sua violência. Perdeu a mãe, drogada, com apenas oito anos e depois foi abandonado pelo pai, que o deixou para ser criado pela avó.

Cedo começou seu envolvimento com as drogas e a criminalidade, o que lhe valeu diversas passagens pela prisão. No entanto, sua vida começa a mudar em 1996, quando conhece Jam Master Jay, da popular banda Run DMC. Ele lhe deu uma fita com batidas e pediu que improvisasse seu rap por cima. Impressionado com a habilidade do garoto, levou-o para seu selo, o JMJ Records. Apesar de este primeiro acordo não ter dado muito resultado, 50 Cent seguiu sua carreira pelo underground do hip hop nova-iorquino ao mesmo tempo em que alimentava uma atribulada vida pessoal. Foi baleado nove vezes e envolveu-se em inúmeras confusões.

Após sua associação com Eminem, veio o sucesso avassalador. Seu álbum “Get Rich or Die Trying” vendeu mais de seis milhões de cópias só nos EUA. O single “21 Questions”,  estrelando Nate Dogg, foi o mais tocado nas rádios norte-americanas. O rapper ainda foi o grande vencedor do Prêmio Americano Billboard de Redes de Rádio de Música Urbana 2003, que aconteceu em Miami, e homenageia os maiores nomes do rhythm and blues e hip hop dos Estados Unidos.

O sucesso mundial e meteórico do rapper tende a aumentar, só não se sabe até que ponto o potencial do artista para se envolver em grandes e graves confusões, ao mesmo tempo em que lhe serve de eficiente marketing pessoal, não lhe trará conseqüências mais sérias.

link:http://www.mallshopper.net/50cententer.htm

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Especial Eminem

Novo projeto de Eminem desbanca Usher

 

da Redação


Foto: Divulgação

Finalmente Usher desceu do trono nas paradas norte-americanas dos álbuns mais vendidos. Após 5 semanas na liderança, o astro do R&B foi deixado para trás pelo D12, um sexteto de rappers comandado por ninguém menos que Eminem. O ‘debut’ “D12 World” estreou com quase 600 mil cópias vendidas, um verdadeiro fenômeno. Para quem estava reclamando que Eminem estava sumido da mídia, aí está a explicação. O álbum mais recente do cantor foi “The Eminem Show”, de 2002.

Já Usher, mesmo saindo do topo, soma mais de 2 milhões de cópias vendidas de “Confessions”, ainda na frente de Prince, que veio em terceiro com “Musicology”.

Eminem é processado por plágio

/04/2004

 


Foto: Divulgação

O polêmico Eminem já está se preparando para enfrentar, mais uma vez, os tribumais norte-americanos. Desta vez ele é acusado de plágio pelo compositor francês Jacques Loussier. Segundo ele, Eminem teria copiado trechos de sua canção “Pulsion” em “Kill You”, editada no álbum “Marshall Mathers”, de 2000.

Os dois devem se enfrentar na justiça no próximo dia 14 de Junho e a indenização pedida por Loussier é de nada menos do que U$ 10 milhões. Nesse mesmo disco o rapper Eminem lançou ‘hits’ como “Stan”, “The Way I Am” e “The Real Slim Shady”. Já seu trabalho mais recente foi “The Eminem Show”, de 2002.

Eminem mostra a bunda

09/04/2004

 


Foto: Divulgação

O rapper norte-americano Eminem protestou contra a censura de seu país mostrando a bunda num programa de TV na Alemanha. Em meio à entrevista, o rapper levantou-se, abaixou as calças e a cueca e mostrou o traseiro, dizendo que a censura à nudez em seu país (os EUA) é uma besteira.

Eminem fazendo filmes com o D-12

 

da Redação


Foto: Divulgação

Se continuar nesse ritmo, não vai demorar para que o rapper Eminem troque de uma vez a música pelo cinema. Depois do sucesso em “8 Mile” e de anunciar que será o protagonista em “Golden Boy”, onde interpretará um boxeador, o ‘slim shady’ estaria envolvido em mais dois projetos para as telonas. Mas, assim como no mundo da música, ele voltou para ajudar os colegas do D-12 depois do estrelato e estrelará com eles “Devil’s Night”, que também serviu para batizar o ‘debut’. O outro filme foi batizado de “Runyon Cash”, mesmo nome da rua onde os rappers foram criados.

A produção executiva de ambos os longas ficará por conta de Max Gousse e Jeremy Geffen. O lançamento mais recente do grupo foi “D-12 World”, de 2004, que trouxe o ‘hit’ “My Band”. Mesmo com o sucesso, alguns membros da banda como Bizarre e Proof já estão trabalhando em suas respectivas carreiras solo.

Eminem protege disco inédito

17/09/2004

da Redação


Foto: Divulgação

Sabe aquela tática das emissoras de TV de gravar o último capítulo da novela pouco antes do mesmo ir ao ar, para evitar que os fofoqueiros de plantão estraguem a surpresa? Pois o rapper Eminem vai fazer a mesma coisa com seu próximo álbum inédito. Traumatizado com a experiência do anterior “The Eminem Show”, de 2002, que começou a aparecer na Internet e teve de ser lançado antes da hora, o cantor anunciou que dará os retoques finais no novo disco pouco tempo antes dele ser prensado e enviado às lojas.

A idéia é que ninguém conheça “Encore”, como foi intitulado o trabalho, antes que sua versão oficial esteja disponível no mercado. O esquema conta com o apoio da gravadora Universal, que está fazendo de tudo para proteger o álbum. O lançamento está previsto para Novembro.

Eminem dá estúdio para irmão

 

da Redação


Quem vê de fora, pode achar que Eminem odeia toda sua família. Mas não é bem assim. Apesar das constantes acusações e brigas com a mãe e com a ex-mulher, por exemplo, o rapper parece gostar bastante de seu irmão mais novo. O fato é que Nate acabou de completar 18 anos de idade e ganhou de presente um estúdio completo avaliado em R$ 60 mil. O rapaz mora na mansão do irmão, em Detroit. Segundo Eminem, o estúdio foi montado no próprio quarto de Nate, para incentivá-lo a fazer e produzir suas próprias canções.

Já Nate afirmou que se inspira muito no irmão famoso e deseja seguir os seus passos. Além disso, revelou que os dois sempre foram muito próximos e Eminem sempre o ajudou nas horas difíceis. Atualmente o rapper trabalha em seu próximo álbum inédito e, por esse motivo, deverá ficar fora da turnê do D12, seu antigo projeto com amigos rappers.

 

Gravadora de Eminem reforça segurança no estúdio

 

da Redação


Três das novas canções do rapper Eminem, que ainda nem foram lançadas, já estão disponíveis na Internet. As faixas chagaram a ser colocadas à venda num site de leilão virtual, do qual foram prontamente retiradas, mas se alastraram pela rede em pouco tempo. A gravadora do artista, a Interscope Records, está fazendo uma investigação com todos os envolvidos na produção do disco para tentar descobrir como que as músicas “vazaram”.

A empresa ainda reforçou a segurança no estúdio e pretende contratar uma equipe para cuidar apenas desse problema. Eminem afirmou que conhece pessoalmente cada uma das pessoas que trabalham com ele e que não faz a menor idéia de como as faixas foram parar na Internet.

Ex-mulher de Eminem volta pra cadeia

 

da Redação


Foto: Reprodução

Condenada há um mês de cadeia por uso de cocaína, Kim Mathers, ex-mulher de Eminem, ganhou liberdade condicional para se internar numa clínica de recuperação, onde estava desde o dia 15 de Março. Entretanto, ela abandonou o tratamento sem maiores explicações e, em conseqüência disso o juiz ordenou que ela voltasse a cumprir sua pena na penitenciária de Detroit.

Kim e Eminem tem uma filha chamada Hailie e estão separados legalmente desde o início desse ano. O rapper é considerado um dos maiores fenômenos musicais da atualidade, tendo lançados discos de sucessos como “The Slim Shady”, em 1999, e “The Eminem Show”, de 2002.

 

Eminem revela título do novo álbum

 

da Redação


Foto: Divulgação

Finalmente o rapper Eminem deu maiores detalhes de seu próximo álbum inédito. Depois de gravar com o D-12 e se dedicar ao mundo cinematográfico, o artista revelou que seu mais novo trabalho chegará às lojas no dia 15 de Novembro, via Interscope Records. Batizado de “Encore”, o material sucederá os aclamados “The Eminem Show”, de 2002, e “Lose Yourself”, que foi trilah do filme “8 Mile”.

Nenhuma faixa do repertório de “Encore” foi divulgada. Eminem afirmou que está trabalhando em outros projetos cinematográficos como “Golden Boy”, em que será um boxeador, “Devil’s Night” e “Runyon Cash”. Os dois últimos, aliás, serão feitos com a turma do D-12.

noticia:

 

Eminem quer Neverland

 

da Redação


Foto: Divulgação

A imprensa inglesa divulgou nota afirmando que o rancho Neverland, de propriedade do mega star Michael Jackson, já pode estar com os dias contados para ter um novo dono. Ninguém menos do que o rapper Eminem teria demonstrado muito interesse em adquirir a mansão de cerca de R$ 140 milhões. Michael Jackson colocou o local à venda depois que policias revistaram os cômodos munidos de um mandado judicial para confiscar computadores e todo material considerado suspeito.

Atualmente, o astro Pop vive numa residência alugada em Beverly Hills e aguarda julgamento sobre as acusações de pedofilia. Publicações especializadas noticiam também que ele estaria a um passo da falência e vender Neverland ajudaria bastante a pagar suas dívidas.

Eminem poderá vir ao Brasil em 2005

24/09/2004

da Redação


Foto: Divulgação

São fortes os rumores de que o rapper Eminem poderá se apresentar no Brasil. O cantor estaria em negociação com empresários brasileiros para realizar dois shows no país no mês de Março, do ano que vem. Estima-se que o cachê cobrado por Eminem giraria em torno de US$2,5 milhões, algo inimaginável para os padrões brasileiros. Mesmo assim, parece que o rapper não está muito longe de estender sua turnê até aqui.

Atualmente o artista está dando os retoques finais em “Encore”, seu próximo álbum inédito, previsto para Novembro. Vale lembrar que Eminem foi considerado recentemente o nome mais poderoso e influente da indústria musical, ultrapassando até mesmo executivos e donos de grandes companhias. Além de sua carreira solo, Eminem também comanda o grupo D-12, ao lado dos rappers Proof, Bizarre, Kon Artis,

Eminem com sua própria estação de rádio

14/07/2004

da Redação


Foto: Divulgação

A Sirus Satellite Radio anúnciou sua junção com a ravadora de Rap Shady Records, de Eminem, para criar uma estação de rádio voltada para o Rap e Hip Hop. O próprio Eminem e os outros membros do projeto D-12, irão ocasionalmente fazer a programaçao da rádio, que não ficará limitada apenas os grupos da Shady Records. A estação de rádio ainda não tem um nome definido.
Swfty e Kuniva.

                    

Especial 2pac

Novo disco de 2Pac será produzido por Eminem

08/07/2004

da Redação


Foto: Divulgação

O álbum, ainda sem título definido, será lançado em novembro e Eminem é um dos produtores envolvidos no projeto. Este será o sétimo álbum do rapper lançado após a sua morte e, contará com vocais inéditos de 2Pac que serão colocados sobre bases musicais criadas pelos produtores, incluindo o próprio Eminem.

Trilha de filme sobre Tupac chega ao Brasil

15/12/2003

da Redação


“Tupac Resurrection”. Esse é o título de um documentário dirigido por Lauren Lazin, sobre a vida de um dos rappers mais importantes dos Estados Unidos. Apesar de ter sido assassinado em 1996, gravações inéditas do artista chegam às lojas todos os anos, o que alimenta diversas teorias de que na verdade ele ainda vive e tudo não passa de uma grande jogada.

O filme não estreou no Brasil, e nem tem previsão para que isso aconteça, mas a trilha sonora sairá por aqui nos próximos dias. Três das faixas são produzidas por Eminem sendo que, em uma delas, há uma união da voz de Tupac com a de Notorius B.I.G., inimigo declarado do rapper, também assassinado.

Tupac em piano e partitura

 

da Redação


Foto: Divulgação

Tem muita gente que diz que Rap não é musical, não tem melodia e por aí vai. Contrariando essa máxima, uma editora norte-americana acaba de colocar no mercado um ‘songbook’ de Tupac Shakur. Isso significa que, nada menos do que 15 canções do rapper ganharam versões em piano com novos arranjos e foram transformadas em partitura. “The Tupac Shakur Collection”, como foi intitulada a obra, marca ainda o aniversário de oito anos da morte do artista e traz em seu repertório músicas como “California Love”, “Dear Mamma” e “How Do You Want It”. Além das respectivas partituras, o livro de 84 páginas ainda conta com as letras das canções.

Vale lembrar que vários discos inéditos do astro já foram lançados após sua morte, aproveitando gravações deixadas por ele em estúdio e sobras de outros álbuns. A adoração é tanta, que um outro livro contendo cartas e poemas, além de um filme sobre Tupac, também já foram feitos nos Estados Unidos.

 

Tupak ShakurTupac Shakur

In 1992, 2Pac began his acting career with a starring role in Juice. In 1993, hi hit the Top 10 with "I Get Around" and the Top 40 with "Keep Ya Head Up". In 1994, 2Pac was nominated for an American Music Award for Favorite Rap/Hip-Hop Artist. In 1995, Me Against The World topped the Billboard Pop Albums chart for 4 weeks and the R&B Albums chart for 4 weeks. Strictly 4 My N.I.G.G.A.Z. was certified platinum, 2pacalypse Now was certified gold and Me Against The World was certified 2x platinum.

In 1996, 2Pac was nominated for 2 Grammy Awards for Best Rap Album ( Me Against The World ) and Best Rap Performance ("Dear Mama"). All Eyez On Me was certified 5x platinum. The video for "California Love" was nominated for a MTV Video Music Award for Best Rap Video. Go to BiggestStars.com to know all about 2Pac.

hip hop americano:

Timberlake e Aguillera ganham prêmio de black music 

O rapper americano 50 Cent foi o grande vencedor do prêmio Mobo (sigla para Music of Black Origin, ou "música de origem negra"), entregue na noite de quinta-feira em Londres.

50 Cent, cujo nome verdadeiro é Curtis Jackson, foi escolhido o melhor artista de hip-hop, melhor álbum, por Get Rich Or Die Tryin', e melhor single, com In Da Club.

A grande surpresa da noite foi o fato de a cantora Beyoncé Knowles não ter sido premiada, apesar de concorrer em quatro categorias.

Mas nem só artistas negros foram contemplados. O ex-vocalista do N'Sync Justin Timberlake foi eleito o melhor cantor de R&B, enquanto Christina Aguillera recebeu o prêmio de melhor clipe.

Atraso

No mesmo momento em que ocorria a premiação, no tradicional Royal Albert Hall, 50 Cent dava um show no ginásio de Wembley. Por isso, chegou duas horas atrasado à cerimônia.

O grupo Big Brovaz venceu nas categorias revelação e melhor artista ou grupo britânico, prêmio que dividiu com o cantor Punjabi MC.

O grupo Kool & The Gang, sucesso dos anos 70 e 80, foi homenageado por sua influência no nascimento do hip-hop, enquanto o cantor George Benson recebeu um prêmio pelo conjunto de sua obra.

O cantor cubano Ibrahim Ferrer, estrela do disco e documentário Buena Vista Social Club, venceu na categoria world music.

O prêmio Mobo é um dos mais respeitados da música britânica por valorizar os artistas negros e sua influência na música.

50 Cent

Ao receber seus prêmios, com duas horas de atraso, 50 Cent agradeceu a Deus.

"Fui premiado muitas vezes este ano e gostaria de agradecer a Deus por me abençoar com o talento", disse.

O rapper de 27 anos vem de uma infância difícil em Nova York. Seus pais foram mortos quando ele era adolescente e ele próprio já foi baleado e esfaqueado.

O mentor de 50 Cent foi Jam Master Jay, DJ do grupo de rap Run DMC, morto em outubro passado e apontado também como "padrinho" de Eminem.

O dom e a maldição de Eminem 

"Quer saber quais são as minhas inseguranças? Eu sou estúpido, imbecil, branco, feio, fedorento e idiota", Eminem diz lá pelo meio de uma entrevista concedida no último andar do Hotel Península em Nova York. "Tenho sardas … e sou baixinho, sou branco, não sou muito esperto, eu quero me matar… o meu nariz é torto. E … tenho o pau pequeno".

"Eu tô ferrado", conclui, indo até a beira do telhado como se fosse pular. Essa é, afinal, uma das questões que todos, tanto fãs quanto imprensa, querem ver respondidas: Eminem está mesmo ferrado? Vai pular ou não vai? Será que fora do palco, longe do público e sem o microfone, o rapper é o mesmo cara que nas suas músicas fez piada ameaçando roubar as pernas de Christopher Reeve, estuprar sua própria mãe e matar um amigo traidor?

O astro pisca os olhos e diz: "Claro que isso não é verdade. O artista tem de manter um certo mistério em torno de si. Não quero que as pessoas saibam sempre se estou tirando sarro ou falando sério. Acredito que esse é o barato de criar e fazer música: deixar um certo mistério no ar para que as pessoas usem sua imaginação e façam o que quiserem com o que digo".

                                                                                                                                                             saddan 20/09/2004   20:33

o começo!!!

Um pouco da História do HipHop

 cultura hip hop é formada pelos seguintes elementos: O rap,graffiti e o break.
Rap - rhythm and poetry, ou seja, ritmo e poesia, que é a expressão musical-verbal da cultura;
Graffiti - que representa a arte plástica, expressa por desenhos coloridos feitos por graffiteiros, nas ruas das cidades espalhadas pelo mundo;
Break dance - que representa a dança.
Os três elementos juntos compõe a cultura hip hop.
Que muitos dizem que é a "CNN da periferia", ou seja, que o hip hop seria a única forma da periferia, dos guetos expressarem suas dificuldades, suas necessidades de todas classes excluídas...           

ELEMENTO FUNDAMENTAL : MC

O DJ tocando e os MCs agitando. Sem “cerimônia”, surge o Mestre
por juny kp! [ out-dez2001]

Hip Hop - com maiúsculas sempre - é o conjunto de quatro formas artísticas distintas chamadas de elementos. Daí a sua complexidade, uma cultura híbrida, sempre em movimento, em evolução constante. Estas formas artísticas foram surgindo no ambiente urbano de Nova York, cidade dos Estados Unidos, na passagem dos anos 60 para os anos 70. O termo foi criado pelo então DJ Afrika Bambaataa, fundador da organização Zulu Nation, referindo-se ao movimento dos quadris.
Mcing / Rap – A arte de rimar. A literatura da Cultura Hip Hop. O canto falado, o elemento oral milenar que nos leva aos cantos tribais, ou ainda aos escravos cantando em plantações. Acreditar que o Rap é homogêneo é tolice. Já se falou de tudo no Rap, contudo, as fases mais marcantes são três:1. o Rap ingênuo, positivo e alegre; 2. O Rap político, contestador, combativo; 3. O Rap Gangsta que reflete o dia-dia da periferia, um mundo repleto de drogas, violência, ostentação e mulheres.
MC - O “rimador”. O MC tem a preocupação de sempre representar a Cultura Hip Hop. Com o crescimento do RAP e o distanciamento da Cultura Hip Hop, o MC passou a se chamar Rapper
Rapper - Pessoa que canta/faz Rap. Hoje o rapper está bastante distante da figura do MC que buscava o entretenimento, a diversão e a energia positiva. Hoje o Rapper está vinculado a luxúria, ostentação de propriedade, violência e drogas, principalmente nos EUA. No Brasil, os envolvidos no Rap ainda “representam” nas suas comunidades de origem.

No Hip Hop foi, de novo, Kool Herc um dos principais “culpados”. Ele convidou um camarada seu para apresentar e comentar as seleções que ele tocava nos bailes. Coke La Rock era o Mestre de Cerimônia (MC) de Kool Herc sempre agitando com frases que se tornaram clássicas como Ya rock and ya don’t stop!, Rock on my mellow! e To the beat y’all!. Alguns afirmam Coke La Rock como o primeiro rapper dentro do Hip Hop.
Outro pioneiro também tinha a sua banca. Grandmaster Flash tinha uma relação inconstante com um grupo de MCs chamado Furious Five (Melle Mel, Kidd Creole, Rahiem, Scorpio e Cowboy). Inconstante porque havia apresentações em que todos os cinco apareciam, em outras, nenhum dava as caras.
Foi Cowboy que criou frases como Throw your hands in the air and wave them like you just don’t care!, Clap your hands to the beat! e Somebody scream!. Quem ouve rap já ouviu algum destes três samples.
Um grupo chamado Sugar Hill Gang, participando de uma jogada do tipo New Kids on the Block, lançaria uma das primeiras (nunca se esqueça de “King Tim III” do Fatback) gravações de música rap em vinil. Explico: Sylvia Robinson, dona do selo Sugar Hill Records teve o faro e montou o grupo, a letra e sampleou o maior sucesso naquele ano de 1979 (“Good Times” do Chic). Tudo isso juntou e deu origem a música “Rapper’s Delight”.
Esta era uma época de inocência. A criação do Hip Hop foi envolvida por uma grande carga de positividade. Não havia a consciência das classes econômicas explícitas nas letras, não havia a indústria, o dinheiro e a mídia. Mas havia Sylvia. Bem ou mal, o selo Sugar Hill abriu o tão bem/mal falado mercado para o Hip Hop.
Run DMC inaugura uma nova etapa – a Nova Escola - no Hip Hop. Tratados e trabalhados como uma banda de rock, seu som era sujo e com atitude, quebrando com a “inocência” até então apresentada.

saddan




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