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Rapper Sabotage vira filme. Mundo Hip Hop a apenas um clique |
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Pesquisar a cultura Hip Hop é trabalhoso. A temática requer um envolvimento contínuo. Encontrar as pessoas certas e descobrir os assuntos pertinentes para serem abordados. Tudo isso demanda muito, muito tempo. Mas, esse trabalho é facilitado quando os pesquisadores já estão inseridos nesse mundo, sabem muito bem o que querem e se interessam muito pelo tema.
Em entrevista exclusiva ao Cineminha, o diretor Ivan Vale Ferreira fala sobre o apoio que o rapper deu durante as filmagens, sobre a estratégia de lançamento do filme e sobre a projeção nacional e internacional do projeto. E ainda faz uma interessante homenagem a Sabotage: "suas palavras e sua maneira de pensar foi registrada e isso fica. Ele se foi, mas sua mensagem ainda continua muito presente". Tão presente quanto essa entrevista abaixo:
Ivan Vale Ferreira: Este documentário fazia parte de um projeto sobre o hip hop paulista, que estávamos realizando junto a uma produtora da Suécia. Quando o Sabotage foi assassinado, resolvemos montar só a parte dele e divulgar aqui no Brasil. Mas não queríamos mostrar isso pela primeira vez em lugares que não tivessem relação com o hip hop. Em julho de 2003 ficamos sabendo que o Hutus Rap Festival havia crescido e que teria uma parte de vídeos e filmes, e justamente nesse ano Sabotage estava sendo homenageado pelo Hutus, então editamos o documentário e mandamos para lá, foi uma forma de poder fazer parte dessa homenagem a ele. É a nossa contribuição para preservar a memória do rapper. Cineminha: Ao realizar um projeto como o filme "Sabotage", você preserva a memória desse rapper, morto em janeiro do ano passado. Mais do que isso: o filme traz a tona assuntos como tráfico e hip hop. Para tanto, você teve que realizar uma ampla pesquisa. Como ela foi conduzida? Ivan Vale Ferreira: Na verdade, a 13 Produções é uma produtora que é muito ligada ao Hip Hop. Nossa pesquisa foi nosso cotidiano, nosso contato com o movimento Hip Hop. Na época das gravações, o Tiago Bambini, o Pedro Caldas e eu fizemos algumas reuniões e decidimos os temas que iríamos abordar. Mas o lance com o Sabotage foi muito natural também. A gente parecia que estava ali conversando com ele, batendo um papo. Ele com certeza também direcionou os assuntos que ele iria abordar. Ele teve liberdade.
Ivan Vale Ferreira: Ele auxiliou muito, nos recebeu muito bem. Teve muito respeito pelo nosso trabalho, e foi muito sincero no seu depoimento. Acho que a maior colaboração dele foi a de estar disposto a falar e respeitar nosso trabalho. O dia foi muito intenso, conversamos sobre vários assuntos e acabamos criando um laço de amizade que infelizmente não pudemos dar continuidade. Mas suas palavras e sua maneira de pensar foi registrada e isso fica. Ele se foi, mas sua mensagem ainda continua muito presente. Cineminha: Com a morte de Sabotage e com a exibição do documentário em alguns festivais, como o 4º Festival Brasil NoAr, o projeto ganha projeção nacional e internacional? Por quê? Ivan Vale Ferreira: Com certeza o fato dele ter morrido ajuda as pessoas a se interessarem a ver o documentário. Este documentário foi filmado em 2002 com a intenção de ser divulgado em países como Suécia e Dinamarca, mas nós queríamos que ele pudesse ser exibido no Brasil também. Após passar em alguns festivais nacionais, fomos convidados para apresentá-lo no festival Brasil No Ar, em Barcelona, Espanha. O que para nós foi muita honra, representar a arte brasileira lá no exterior, levando a voz da periferia. Isso marcou muito nossa historia. Pelas informações que tivemos ele foi muito bem recebido por lá. |
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50 Cent |
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Foto: Divulgação | ||
Cedo começou seu envolvimento com as drogas e a criminalidade, o que lhe valeu diversas passagens pela prisão. No entanto, sua vida começa a mudar em 1996, quando conhece Jam Master Jay, da popular banda Run DMC. Ele lhe deu uma fita com batidas e pediu que improvisasse seu rap por cima. Impressionado com a habilidade do garoto, levou-o para seu selo, o JMJ Records. Apesar de este primeiro acordo não ter dado muito resultado, 50 Cent seguiu sua carreira pelo underground do hip hop nova-iorquino ao mesmo tempo em que alimentava uma atribulada vida pessoal. Foi baleado nove vezes e envolveu-se em inúmeras confusões. Após sua associação com Eminem, veio o sucesso avassalador. Seu álbum “Get Rich or Die Trying” vendeu mais de seis milhões de cópias só nos EUA. O single “21 Questions”, estrelando Nate Dogg, foi o mais tocado nas rádios norte-americanas. O rapper ainda foi o grande vencedor do Prêmio Americano Billboard de Redes de Rádio de Música Urbana 2003, que aconteceu em Miami, e homenageia os maiores nomes do rhythm and blues e hip hop dos Estados Unidos. O sucesso mundial e meteórico do rapper tende a aumentar, só não se sabe até que ponto o potencial do artista para se envolver em grandes e graves confusões, ao mesmo tempo em que lhe serve de eficiente marketing pessoal, não lhe trará conseqüências mais sérias. | ||
link:http://www.mallshopper.net/50cententer.htm
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Especial Eminem
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Novo projeto de Eminem desbanca Usher |
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da Redação | |
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Foto: Divulgação | |||||||||||||||||||
Finalmente Usher desceu do trono nas paradas norte-americanas dos álbuns mais vendidos. Após 5 semanas na liderança, o astro do R&B foi deixado para trás pelo D12, um sexteto de rappers comandado por ninguém menos que Eminem. O ‘debut’ “D12 World” estreou com quase 600 mil cópias vendidas, um verdadeiro fenômeno. Para quem estava reclamando que Eminem estava sumido da mídia, aí está a explicação. O álbum mais recente do cantor foi “The Eminem Show”, de 2002.
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Eminem fazendo filmes com o D-12 |
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da Redação | |
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Foto: Divulgação | |||||||||||||||
Se continuar nesse ritmo, não vai demorar para que o rapper Eminem troque de uma vez a música pelo cinema. Depois do sucesso em “8 Mile” e de anunciar que será o protagonista em “Golden Boy”, onde interpretará um boxeador, o ‘slim shady’ estaria envolvido em mais dois projetos para as telonas. Mas, assim como no mundo da música, ele voltou para ajudar os colegas do D-12 depois do estrelato e estrelará com eles “Devil’s Night”, que também serviu para batizar o ‘debut’. O outro filme foi batizado de “Runyon Cash”, mesmo nome da rua onde os rappers foram criados.
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Gravadora de Eminem reforça segurança no estúdio |
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da Redação | |
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Três das novas canções do rapper Eminem, que ainda nem foram lançadas, já estão disponíveis na Internet. As faixas chagaram a ser colocadas à venda num site de leilão virtual, do qual foram prontamente retiradas, mas se alastraram pela rede em pouco tempo. A gravadora do artista, a Interscope Records, está fazendo uma investigação com todos os envolvidos na produção do disco para tentar descobrir como que as músicas “vazaram”.
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Eminem quer Neverland |
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da Redação | |
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Foto: Divulgação | |||||||||||||||||||
A imprensa inglesa divulgou nota afirmando que o rancho Neverland, de propriedade do mega star Michael Jackson, já pode estar com os dias contados para ter um novo dono. Ninguém menos do que o rapper Eminem teria demonstrado muito interesse em adquirir a mansão de cerca de R$ 140 milhões. Michael Jackson colocou o local à venda depois que policias revistaram os cômodos munidos de um mandado judicial para confiscar computadores e todo material considerado suspeito.
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Especial 2pac
Novo disco de 2Pac será produzido por Eminem 08/07/2004 da Redação
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Foto: Divulgação | |||||||||||||||
O álbum, ainda sem título definido, será lançado em novembro e Eminem é um dos produtores envolvidos no projeto. Este será o sétimo álbum do rapper lançado após a sua morte e, contará com vocais inéditos de 2Pac que serão colocados sobre bases musicais criadas pelos produtores, incluindo o próprio Eminem.
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Tupac ShakurIn 1992, 2Pac began his acting career with a starring role in Juice. In 1993, hi hit the Top 10 with "I Get Around" and the Top 40 with "Keep Ya Head Up". In 1994, 2Pac was nominated for an American Music Award for Favorite Rap/Hip-Hop Artist. In 1995, Me Against The World topped the Billboard Pop Albums chart for 4 weeks and the R&B Albums chart for 4 weeks. Strictly 4 My N.I.G.G.A.Z. was certified platinum, 2pacalypse Now was certified gold and Me Against The World was certified 2x platinum.
In 1996, 2Pac was nominated for 2 Grammy Awards for Best Rap Album ( Me Against The World ) and Best Rap Performance ("Dear Mama"). All Eyez On Me was certified 5x platinum. The video for "California Love" was nominated for a MTV Video Music Award for Best Rap Video. Go to BiggestStars.com to know all about 2Pac.
Timberlake e Aguillera ganham prêmio de black music
O rapper americano 50 Cent foi o grande vencedor do prêmio Mobo (sigla para Music of Black Origin, ou "música de origem negra"), entregue na noite de quinta-feira em Londres.
50 Cent, cujo nome verdadeiro é Curtis Jackson, foi escolhido o melhor artista de hip-hop, melhor álbum, por Get Rich Or Die Tryin', e melhor single, com In Da Club.
A grande surpresa da noite foi o fato de a cantora Beyoncé Knowles não ter sido premiada, apesar de concorrer em quatro categorias.
Mas nem só artistas negros foram contemplados. O ex-vocalista do N'Sync Justin Timberlake foi eleito o melhor cantor de R&B, enquanto Christina Aguillera recebeu o prêmio de melhor clipe.
Atraso
No mesmo momento em que ocorria a premiação, no tradicional Royal Albert Hall, 50 Cent dava um show no ginásio de Wembley. Por isso, chegou duas horas atrasado à cerimônia.
O grupo Big Brovaz venceu nas categorias revelação e melhor artista ou grupo britânico, prêmio que dividiu com o cantor Punjabi MC.
O grupo Kool & The Gang, sucesso dos anos 70 e 80, foi homenageado por sua influência no nascimento do hip-hop, enquanto o cantor George Benson recebeu um prêmio pelo conjunto de sua obra.
O cantor cubano Ibrahim Ferrer, estrela do disco e documentário Buena Vista Social Club, venceu na categoria world music.
O prêmio Mobo é um dos mais respeitados da música britânica por valorizar os artistas negros e sua influência na música.
50 Cent
Ao receber seus prêmios, com duas horas de atraso, 50 Cent agradeceu a Deus.
"Fui premiado muitas vezes este ano e gostaria de agradecer a Deus por me abençoar com o talento", disse.
O rapper de 27 anos vem de uma infância difícil em Nova York. Seus pais foram mortos quando ele era adolescente e ele próprio já foi baleado e esfaqueado.
O mentor de 50 Cent foi Jam Master Jay, DJ do grupo de rap Run DMC, morto em outubro passado e apontado também como "padrinho" de Eminem.
O dom e a maldição de Eminem
"Quer saber quais são as minhas inseguranças? Eu sou estúpido, imbecil, branco, feio, fedorento e idiota", Eminem diz lá pelo meio de uma entrevista concedida no último andar do Hotel Península em Nova York. "Tenho sardas … e sou baixinho, sou branco, não sou muito esperto, eu quero me matar… o meu nariz é torto. E … tenho o pau pequeno".
"Eu tô ferrado", conclui, indo até a beira do telhado como se fosse pular. Essa é, afinal, uma das questões que todos, tanto fãs quanto imprensa, querem ver respondidas: Eminem está mesmo ferrado? Vai pular ou não vai? Será que fora do palco, longe do público e sem o microfone, o rapper é o mesmo cara que nas suas músicas fez piada ameaçando roubar as pernas de Christopher Reeve, estuprar sua própria mãe e matar um amigo traidor?
O astro pisca os olhos e diz: "Claro que isso não é verdade. O artista tem de manter um certo mistério em torno de si. Não quero que as pessoas saibam sempre se estou tirando sarro ou falando sério. Acredito que esse é o barato de criar e fazer música: deixar um certo mistério no ar para que as pessoas usem sua imaginação e façam o que quiserem com o que digo".
saddan 20/09/2004 20:33
Um pouco da História do HipHop
cultura hip hop é formada pelos seguintes elementos: O rap,graffiti e o break.
Rap - rhythm and poetry, ou seja, ritmo e poesia, que é a expressão musical-verbal da cultura;
Graffiti - que representa a arte plástica, expressa por desenhos coloridos feitos por graffiteiros, nas ruas das cidades espalhadas pelo mundo;
Break dance - que representa a dança.
Os três elementos juntos compõe a cultura hip hop.
Que muitos dizem que é a "CNN da periferia", ou seja, que o hip hop seria a única forma da periferia, dos guetos expressarem suas dificuldades, suas necessidades de todas classes excluídas...
ELEMENTO FUNDAMENTAL : MC
O DJ tocando e os MCs agitando. Sem “cerimônia”, surge o Mestre
por juny kp! [ out-dez2001]
Hip Hop - com maiúsculas sempre - é o conjunto de quatro formas artísticas distintas chamadas de elementos. Daí a sua complexidade, uma cultura híbrida, sempre em movimento, em evolução constante. Estas formas artísticas foram surgindo no ambiente urbano de Nova York, cidade dos Estados Unidos, na passagem dos anos 60 para os anos 70. O termo foi criado pelo então DJ Afrika Bambaataa, fundador da organização Zulu Nation, referindo-se ao movimento dos quadris.
Mcing / Rap – A arte de rimar. A literatura da Cultura Hip Hop. O canto falado, o elemento oral milenar que nos leva aos cantos tribais, ou ainda aos escravos cantando em plantações. Acreditar que o Rap é homogêneo é tolice. Já se falou de tudo no Rap, contudo, as fases mais marcantes são três:1. o Rap ingênuo, positivo e alegre; 2. O Rap político, contestador, combativo; 3. O Rap Gangsta que reflete o dia-dia da periferia, um mundo repleto de drogas, violência, ostentação e mulheres.
MC - O “rimador”. O MC tem a preocupação de sempre representar a Cultura Hip Hop. Com o crescimento do RAP e o distanciamento da Cultura Hip Hop, o MC passou a se chamar Rapper
Rapper - Pessoa que canta/faz Rap. Hoje o rapper está bastante distante da figura do MC que buscava o entretenimento, a diversão e a energia positiva. Hoje o Rapper está vinculado a luxúria, ostentação de propriedade, violência e drogas, principalmente nos EUA. No Brasil, os envolvidos no Rap ainda “representam” nas suas comunidades de origem.
No Hip Hop foi, de novo, Kool Herc um dos principais “culpados”. Ele convidou um camarada seu para apresentar e comentar as seleções que ele tocava nos bailes. Coke La Rock era o Mestre de Cerimônia (MC) de Kool Herc sempre agitando com frases que se tornaram clássicas como Ya rock and ya don’t stop!, Rock on my mellow! e To the beat y’all!. Alguns afirmam Coke La Rock como o primeiro rapper dentro do Hip Hop.
Outro pioneiro também tinha a sua banca. Grandmaster Flash tinha uma relação inconstante com um grupo de MCs chamado Furious Five (Melle Mel, Kidd Creole, Rahiem, Scorpio e Cowboy). Inconstante porque havia apresentações em que todos os cinco apareciam, em outras, nenhum dava as caras.
Foi Cowboy que criou frases como Throw your hands in the air and wave them like you just don’t care!, Clap your hands to the beat! e Somebody scream!. Quem ouve rap já ouviu algum destes três samples.
Um grupo chamado Sugar Hill Gang, participando de uma jogada do tipo New Kids on the Block, lançaria uma das primeiras (nunca se esqueça de “King Tim III” do Fatback) gravações de música rap em vinil. Explico: Sylvia Robinson, dona do selo Sugar Hill Records teve o faro e montou o grupo, a letra e sampleou o maior sucesso naquele ano de 1979 (“Good Times” do Chic). Tudo isso juntou e deu origem a música “Rapper’s Delight”.
Esta era uma época de inocência. A criação do Hip Hop foi envolvida por uma grande carga de positividade. Não havia a consciência das classes econômicas explícitas nas letras, não havia a indústria, o dinheiro e a mídia. Mas havia Sylvia. Bem ou mal, o selo Sugar Hill abriu o tão bem/mal falado mercado para o Hip Hop.
Run DMC inaugura uma nova etapa – a Nova Escola - no Hip Hop. Tratados e trabalhados como uma banda de rock, seu som era sujo e com atitude, quebrando com a “inocência” até então apresentada.
saddan![]()
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